terça-feira, 27 de abril de 2021

Teatro Popular de Ilhéus estreia “IntimIDADES” dia 1º de maio

 

Para abrir a programação do mês de maio o Teatro Popular de Ilhéus estreará sua mais nova produção, a performance audiovisual “IntimIDADES”. A montagem apresenta o relato de três atrizes sobre o tempo, o corpo e o sonho. A partir de cenas gravadas e também de cenas ao vivo, o público fará uma viagem na memória das três atrizes/personagens, sua relação com o corpo que se transforma no tempo, as lutas diárias contra o patriarcado e os seus sonhos.

 “O espelho deve ser o lugar para me contemplar, não para me punir”.

 A performance busca refletir sobre os conflitos que o tempo nos impõe, abrindo uma janela num diálogo entre passado, presente e futuro. Com Tânia Barbosa, Iara Colina e Mãe Ilza Mukalê, o espetáculo tem dramaturgia coletiva, encenação de Romualdo Lisboa, músicas de Eloah Monteiro e letras de Romualdo Lisboa com arranjos de Pablo Lisboa.

 O projeto, que vem sendo maturado pelo grupo desde 2020, teve inicialmente a direção de Luís Alonso-Aude e a participação de Bárbara Lima, recém integrados ao Teatro Popular de Ilhéus. A pesquisa começada no segundo semestre do ano passado foi o pontapé inicial da encenação de Romualdo Lisboa.

Juntam-se ainda às três atrizes/personagens os depoimentos em vídeo de mais 9 mulheres, trabalhadoras, ativistas, sonhadoras, sendo elas Janira França, Jennifer Gomes, Hortência Brito, Glória Cunha, Patrícia Casaes, Clara Espada, Soraya Monteiro, Cláudia Mar e Ivana Nistico. A apresentação acontecerá no dia 1º de maio, dia em que se comemora o Dia Internacional de Lutas da Classe Trabalhadora, temática a qual se relaciona em diversos modos com a proposta da performance.

 Além da estreia, a apresentação ainda será exibida por mais três sábados (8, 22 e 29 de maio), sempre às 20 horas, e após cada apresentação acontece um bate-papo com o público capitaneado pelas atrizes. A transmissão do evento, que tem classificação indicativa de 12 anos, contará com acessibilidade em LIBRAS nas apresentações e nos bate-papos, cuja interpretação será feita por Sara Oliveira. O evento é inteiramente gratuito e acontecerá através da plataforma zoom. Os ingressos podem ser acessados pelo site www.sympla.com.br/teatropopulardeilheus. Além da opção de gratuidade, quem quiser colaborar com o grupo tem opções de apoio de R$ 20, R$ 50 e R$ 100 reais.

 O projeto tem apoio financeiro da Prefeitura de Ilhéus através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Edital Arte Livre, via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

domingo, 4 de abril de 2021

Lançamento do livro “Teatro Popular de Ilhéus 25 anos” acontece dia 06

 


O livro “Teatro Popular de Ilhéus – 25 anos”, sobre o grupo baiano que em 2020 chegou à marca de 25 anos de atividades ininterruptas, lança Pedro de Albuquerque Oliveira como autor. O ator e jornalista assina essa obra que revela a trajetória do Teatro Popular de Ilhéus (TPI) – o grupo que desafiou a lógica do fazer teatral em terra de coronéis.

Escrito de forma leve e convidativa, o livro surge a partir da pesquisa do autor na conclusão da Pós-Graduação em Gestão Cultural (UESC). Um trabalho responsável que ainda oferece uma pesquisa historiográfica do teatro no mundo (com destaque para o teatro popular) e sobre Ilhéus, cidade do litoral sul da Bahia que ficou conhecida (não por acaso) como a terra dos coronéis.

Pedro diz que “lembrar da história construída pelo TPI é respeitar, antes de tudo, o fazer teatral de um povo livre. Uma população de homens e mulheres afro-indígenas que trazem a cultura popular como identidade e pertencimento”. A apresentação do livro é assinada por Romualdo Lisboa, Diretor Artístico do TPI e responsável pela curadoria das fotos e imagens do livro, além da editoração.

A proposta prevê a doação de 700 (setecentos) livros para a rede pública de ensino na Bahia (incluindo bibliotecas públicas e universitárias) além da disponibilização da obra, em formato PDF, no site do grupo. A publicação é fruto da Editora Teatro Popular de Ilhéus. Instituições públicas ou professoras e professores da rede pública de ensino no Estado da Bahia podem solicitar o acesso gratuito a exemplares do livro mediante requerimento através do e-mail livrotpi@gmail.com.

Para lançar oficialmente o livro, uma live de lançamento será realizada no dia 06 de abril (terça-feira), às 19 horas, no canal do Teatro Popular de Ilhéus, através do link youtube.com/teatropopulardeilheus. Na oportunidade, o autor baterá um papo sobre o trajeto da sua pesquisa e escrita do livro.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

O quê: Lançamento do livro “Teatro Popular de Ilhéus – 25 anos”

Quando: Terça-feira, 06 de abril de 2021, às 19 horas

Onde: No canal do YouTube do TPI: youtube.com/teatropopulardeilheus

sábado, 27 de março de 2021

Segunda parte do "Improviso, oxente!" acontece dia 30 no canal do Teatro Popular de Ilhéus

 
Nesta terça-feira a programação virtual do "Improviso, oxente!" continua. No mês de luta pela vida das mulheres, o Teatro Popular de Ilhéus convida a todxs para um encontro entre representantes dessa luta, tecendo um diálogo sobre "O tempo e o corpo feminino - narrativas decoloniais". O papo desta semana tem o tema "Corpo que habito, espaço de luta contra estereótipos", e recebe três convidadas especiais.

Cacique Valdelice Jamopoty Tupinambá reside na aldeia de Itapuã, é mãe e avó e é Cacique do Povo Tupinambá de Olivença. É primeira cacique do povo tupinambá e é uma grande liderança na luta pelos direitos dos povos indígenas brasileiros.

Maíra Guedes é trabalhadora da cultura e educação, bacharel e mestre em artes cênicas pela UFBA. Constrói os projetos, #CoralinaNaRua: teatro-poesia em espaços públicos; "Ebó de boca pra Oyá", espetáculo de música e poesia de sua autoria; e "Somos Todas Clandestinas - processos criativos com mulheres", realizando pesquisa teórico-prática em torno da cena como experiência de enfrentamento à estrutura capitalista, racista e patriarcal e o corpo como nascedouro de liberdades.

Xan Marçall é amazônica do Belém do Pará e atualmente reside em Salvador. Licenciada em Teatro pela UFBA, é atriz, performer, escritora, artesã, pesquisadora, professora de teatro e arte educadora. É membro fundadora do Coletivo Das Liliths, primeiro grupo de teatro com foco nas narrativas ancestrais e biográficas LGBTQIA+.

O encontro ainda tem mediação de Iara Colina, que é pesquisadora no IF Baiano e idealizadora e presidente do Geni - Núcleo de Estudos de Gênero e Sexualidade. É mestra em Letras, graduada em Direção Teatral, atriz e professora de teatro. Atualmente integra o Teatro Popular de Ilhéus.
 
E a intervenção musical da noite fica por conta de Eloah Monteiro, que é cantora e compositora, jornalista, professora de canto e produtora cultural. Já foi finalista e semifinalista de diversos festivais de música, e em 2021 prepara-se para o lançamento de pelo menos 3 singles e seu primeiro álbum.

O Improviso, oxente! acontece nesta terça (30/03) às 19h30, no canal do Teatro Popular de Ilhéus: youtube.com/teatropopulardeilheus.

O Teatro Popular de Ilhéus é uma instituição cultural independente, atualmente mantida pelo programa de Ações Continuadas de Instituições Culturais – uma iniciativa da Secretaria de Cultura da Bahia com recursos do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, mecanismo que custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada.


sexta-feira, 26 de março de 2021

Editora Teatro Popular de Ilhéus lança “Revoltas Populares no Cordel”, de Pedro Albquerque

 

       O projeto “Revoltas Populares no Cordel”, do escritor Pedro de Albuquerque Oliveira, em parceria com a Editora Teatro Popular de Ilhéus, busca um resgate histórico das revoltas populares no Brasil. Tornar essas histórias acessíveis ao público, de forma lúdica e agradável, através da literatura popular de cordel é o principal objetivo desta proposta. A publicação conta com ilustrações da multi-artista Naiara Gramacho.

Buscando promover a acessibilidade, o livro possui versão em audiobook e e-book. O acesso às obras é gratuito e será disponibilizado pelo Teatro Popular de Ilhéus no site do grupo: www.teatropopulardeilheus.com.br. O lançamento virtual acontece no dia 30 de março, às 19 horas, no canal do Teatro Popular de Ilhéus no youtube, através do link youtube.com/teatropopulardeilheus.

O autor explica que “hoje, às voltas com uma força reacionária e excludente querendo se manter no poder, faz-se mais que necessário relembrar as lutas por direitos e igualdade. Por isso este projeto torna-se de extrema necessidade para ampliar o debate acerca das questões populares. É uma possibilidade de educar sobre a importância de estar em atenção às injustiças sociais. Além disso reconhece o esforço dos antepassados da nação, no combate árduo contra a prepotência e inabilidade dos governos oficiais de época”.

            O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

O quê: Lançamento do e-book “Revoltas Populares no Cordel”

Quando: Terça-feira, 30 de março de 2021, às 19 horas.

Onde: No canal do YouTube do grupo: youtube.com/teatropopulardeilheus

 

segunda-feira, 15 de março de 2021

“Improviso, oxente!” acontece nesta terça no canal do Teatro Popular de Ilhéus


Nesta terça-feira vai rolar um papo potente no primeiro "Improviso, oxente!" do ano! No mês de luta pela vida das mulheres, o Teatro Popular de Ilhéus convida a todxs para um encontro entre representantes dessa luta e suas intersecções, tecendo um diálogo necessário sobre "O tempo e o corpo feminino - narrativas decoloniais".

 Dividido em dois dias, o papo desta semana tem o tema "Corpo que habito, território de re-existências", e recebe três convidadas especiais:

 Mãe Ilza Mukalê é sacerdotisa do Terreiro de Matamba Tombenci Neto, fundadora e conselheira espiritual do Grupo Cultural Dilazenze, fundadora dos grupos afro Axé Odara e Lê-guêdepá e da Sociedade Anônima e Cultural de Ilhéus e presidente de honra da Associação Beneficente e Cultural do Terreiro de Matamba Tombenci Neto.

 Mari Gois é artista da cena, psicóloga, educadora, pesquisadora e produtora cultural. É doutoranda em Psicologia e Sociedade na UNESP, mestre em ensino e relações étnico-raciais e especialista em saúde mental. Também é artivista pelos direitos das mulheres e demais dissidências.

 Daniela Galdino é poeta, performer, produtora cultural e docente. Publicou “Espaço Visceral” e “Inúmera”. Participa de diversas antologias literárias e organizou as antologias literárias e fotográficas Profundanças 1, 2 e 3. Em 2020 criou o projeto Sete Freguesias, episódios poético-musicais com participação de artistas brasileiras/os e estrangeiras/os.

 O encontro ainda tem mediação de Iara Colina, que é pesquisadora no IF Baiano e idealizadora e presidente do Geni - Núcleo de Estudos de Gênero e Sexualidade. É mestra em Letras, graduada em Direção Teatral, atriz e professora de teatro. Atualmente integra o Teatro Popular de Ilhéus.

 E a intervenção musical da noite fica por conta de Eloah Monteiro, que é cantora e compositora, jornalista, professora de canto e produtora cultural. Já foi finalista e semifinalista de diversos festivais de música, e em 2021 prepara-se para o lançamento de pelo menos 3 singles e seu primeiro álbum.

 O Improviso, oxente! acontece nesta terça (16) às 19 horas, no canal do Teatro Popular de Ilhéus: youtube.com/teatropopulardeilheus

 O Teatro Popular de Ilhéus é uma instituição cultural independente, atualmente mantida pelo programa de Ações Continuadas de Instituições Culturais – uma iniciativa da Secretaria de Cultura da Bahia com recursos do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, mecanismo que custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada.